A vida passa por várias etapas e algumas dessas fases são inevitáveis, como é o caso do envelhecimento. Por mais que sejam realizados alguns procedimentos estéticos com o objetivo de disfarçar, diminuir ou retardar esse estágio, uma hora os sinais começam a aparecer. Um desses indícios, por exemplo, é o aparecimento de linhas de expressão, perda de massa no rosto, podendo resultar em flacidez e até manchas.
No entanto, apesar de ser quase impossível evitar o envelhecimento cutâneo, há dois tipos principais que afetam nossa pele: o intrínseco e o extrínseco. A seguir a Formédica te explica mais sobre esse assunto!
Entenda mais sobre os tipos de envelhecimento da pele
Mesmo já existindo procedimentos que ajudam no retardamento do envelhecimento da pele, ele é quase que um destino certo e inevitável. Isso acontece pois existem muitos fatores, sejam externos ou não, que contribuem para o envelhecimento. Mas, qual é a diferença entre o envelhecimento intrínseco e extrínseco?
1. Envelhecimento intrínseco
O envelhecimento intrínseco é o que todos, de uma forma geral, vão passar, pois ele tem origem natural, ou seja, acontece por conta dos desgastes que acontecem nas nossas células com o passar dos anos.
Esse enfraquecimento celular traz consequências visíveis para a pele e, por isso, surgem as rugas, a flacidez, e uma pele mais fina, que resultam nas tão conhecidas (e temidas) linhas de expressão e muito mais.
Esse processo cronológico é inevitável, pois acontece de dentro para fora, porque as células acabam sofrendo um desgaste que reduz a produção de colágeno – esse é um dos fatores que levam as pessoas a consumirem e aplicarem colágeno, como uma forma de retardar esse processo.
Por mais que não exista algo que previna diretamente o envelhecimento natural da pele, manter bons cuidados ajudam nesse processo, como beber muita água, hidratar a pele, usar filtro solar e manter uma alimentação balanceada.
2. Envelhecimento extrínseco
Já o envelhecimento extrínseco, como o próprio nome já sugere, acontece em virtude de fatores externos, relacionando-se aos aspectos ambientais. Por exemplo, a poluição, poeira e também hábitos adquiridos ao decorrer da vida, como o consumo de álcool, cigarro, má alimentação e até o sedentarismo, elementos que podem influenciar e acelerar esse processo de envelhecimento cutâneo.
Nesses casos, uma boa mudança de hábitos, a prática do exercício físico, o controle do estresse e da alimentação contribuem para melhorar o aspecto da pele. Contudo, um dos piores maléficos externos é a questão do fotoenvelhecimento, que é causado pela exposição da pele à radiação solar sem proteção.
Então, uma dessas mudanças que também contribuem para a prevenção do envelhecimento cutâneo extrínseco é a aplicação e reaplicação do protetor solar. Além disso, mantendo uma rotina de cuidados com a pele, como hidratá-la e limpá-la sempre que necessário, pois, também contribui para retardar esse processo.
Sempre que possível consulte um dermatologista para analisar e passar por processos que contribuirão para uma pele mais saudável. E para uma boa rotina, conte com a Formédica!
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